O Banco da Amazônia apresentou, nesta terça-feira (4/6), durante o evento mindset360 da Genetec, um dos cases de sucesso mais emblemáticos do segmento. Eduardo Dias, gerente executivo de Segurança Corporativa da instituição, detalhou como o banco passou de um cenário sem qualquer controle de acesso estruturado para uma operação completa, personalizada e integrada em apenas oito meses.
O desafio era grande. “Implantar um controle de acesso que nunca existiu dentro do Banco da Amazônia”, resumiu Eduardo. A solução escolhida foi o Security Center, da Genetec, com o apoio do integrador Arcode e do time técnico da fabricante.
De “Fusca” a “Ferrari”: o salto de maturidade tecnológica
Segundo o gerente, inicialmente a equipe tratava o controle de acesso apenas como um sistema de cadastros. “É o mesmo que ter uma Ferrari e estar dirigindo um Fusca. A gente tinha N possibilidades na mão, só que não tínhamos o conhecimento técnico e tecnológico para utilizar da melhor forma”, explicou.
A virada aconteceu após reuniões com especialistas da Genetec. Foi quando a instituição realmente compreendeu o potencial da plataforma. “A gente não só conheceu e operacionalizou o sistema. A gente moldou uma solução para o banco. É isso que eu acho incrível na Genetec: ela consegue enxergar qual é a solução que o cliente precisa.”
Hoje o Banco da Amazônia opera com a versão mais recente do Security Center, com controle de acesso 100% facial (via Safer). Tudo parametrizado de acordo com a identidade da instituição, que atua na Amazônia Legal.
Personalização que vai além da tecnologia
As customizações chamaram atenção. As catracas, que originalmente tinham iluminação azul, passaram a usar o tom verde — cor institucional do banco. O som de identificação também foi alterado: no lugar do bip padrão, toca o jingle da instituição.
Outro ponto crítico resolvido foi o controle de visitantes, especialmente nas reuniões do presidente. Eduardo relatou uma demanda urgente: o presidente se sentia inseguro por não ter controle efetivo sobre as pessoas que o visitavam.
A resposta da Genetec foi o ClearID. “Num toque de mágica, chegou o ClearID. ‘Eduardo, eu tenho o ClearID, está aqui, um produto já pronto, e vou adequar totalmente ao Banco da Amazônia’”, contou. A solução foi customizada com a logo do banco e permite diferenciar visitantes do Centro Cultural (em operação há cerca de um ano e meio) dos visitantes da matriz.
Resposta rápida a novas demandas
Durante o projeto, o banco solicitou ainda a identificação de pessoas em locais não autorizados. Em dois ou três meses, a Genetec entregou a funcionalidade: quando um visitante é detectado em área indevida, as caixas de som da equipe de monitoramento emitem um alerta sonoro orientando a pessoa a deixar o local.
“Isso também foi uma adequação que pedimos e prontamente todos os engenheiros da Genetec envolvidos no processo atenderam”, destacou Eduardo.
Satisfação e o próximo passo: convergência com cibersegurança
Em uma reflexão final, Eduardo traçou a evolução da segurança: do vigilante armado para a integração entre segurança física e eletrônica — e agora o desejo de avançar para a convergência com a cibersegurança.
“Quem sabe hoje a gente pode atrelar todo o Security Center ao nosso SOC, ao nosso SIEM. Fica o recado, quem sabe no próximo mindset a gente veja uma atuação mais presente da segurança física atrelada à cibersegurança. Quem só tem a ganhar somos nós, que usufruímos desses excelentes serviços.”


















